terça-feira, 28 de junho de 2011

Tem coisa mais destrutiva que insistir sem fé nenhuma?


Hoje, deu vontade de chorar e eu só queria um colo para encostar minha cabeça e fingir que o mundo lá fora não existe. Hoje eu queria um abraço daqueles que te sufoca de tão apertado e ao mesmo tempo te protege de tudo. Hoje eu só queria ouvir “eu liguei pra saber se você tá bem” pra sentir uma dor menos doída dentro do peito. Cansei de amar pela metade. Cansei de me sentir sozinha. Cansei de tanta mentira. Cansei dos dias iguais, da rotina. Cansei de mim e de me deixar sempre em última opção. Cansei de procurar meus amigos. Cansei de mentir pra mim, pra ver se dói menos. Cansei de me preocupar com quem não se preocupa comigo. Cansei de sofrer e de acordar indisposta, cansei de sentir o coração bater mais forte, com uma sensação de arrependimento, de erro. Cansei de tudo.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.(Martha Medeiros)




Dói,dói muito.Desiludir-se é uma lição que se lembra eternamente,que não dá pra esquecer apesar do tempo.De ver o quanto fomos burros de se entregar de corpo e alma numa relação e só sobrar os cacos. Eu cai e ainda tô me recuperando do tombo.È dificil aceitar que o '' cavaleiro da armadura brilhante,era só um idiota enrrolado em papel aluminio''.Mais uma hora passa,é só uma questão de tempo.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Parei de pensar,e começei a sentir.



Deixei de ser o que todos queriam que eu fosse e comecei a ser eu mesma.Deixei de atuar e comecei a viver.Não dá pra agradar todo mundo e me esquecer do principal ser FELIZ! Pessoas medíocres,pensamentos medíocres.Não vou me importar pro que meia dúzia de idiotas pensam de mim.Porque quem necessita das minhas explicações,tá comigo a todo momento DEUS!

domingo, 5 de junho de 2011

A solidão me faz companhia..



Acho mesmo estranho essas depressões,num dia ser alguem ''social'' em outro ser alguem totalmente só. Mais de uns tempos pra cá tenho sido somente só,só eu e minhas pirações.Talvez quando não se acredita mais em ''vida'' ou mesmo em amor,o mundo lá fora perde completamente a graça.Porque eu deixei de procurar o encanto que as pessoas tem,ou até mesmo o desecanto que me atraia tanto... Mais acabou,agora fico muito tempo sozinha,aqui esperando que alguma coisa mude.. Mais quer saber?Não muda. E nem vai mudar..

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Aprendi a me virar sozinha...




“Nunca fui como todos. Nunca tive muitos amigos. Nunca fui favorita. Nunca fui o que meus pais queriam. Nunca tive alguém que me amasse. Mas tive somente a mim. A minha absoluta verdade. Meu verdadeiro pensamento. O meu conforto nas horas de sofrimento, não vivo sozinha porque gosto e sim porque aprendi a ser só.”
- Florbela Espanca.

sábado, 14 de maio de 2011

As mais nobres pertencem aos mais vagabundos...



Por mais elegante, chique e bem comportada que uma mulher seja, ela vai se descabelar toda por causa de um vagabundo. É, ela vai descer do salto quando tiver ciúmes, vai chorar litros de lágrimas quando brigar com ele, vai dizer palavrões, coisas bizarras, mandá-lo para onde o sol não bate. É assim mesmo. Sempre irá haver uma sofisticada dama que morrerá de amores por um belo vagabundo.

[Autor desconhecido]

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O tempo existe,e machuca...



…Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando á pé pra casa, avariada.
Eu sei,não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos. Talvez este seja o ponto. Talvez eu Não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu patio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória,sem seqüelas, sem registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada.
Não era amor,era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. NÃO ERA AMOR, ERA MELHOR”.

[Martha Medeiros]